Psicoterapia para idosos
Através de vídeo, áudio e chat ou visita domiciliar
O Psicólogo

Um pouco da minha história:
A minha vida pessoal foi marcada intensamente por curiosidades e interesses pessoais a respeito dos porquês eu agia diferente em determinados momentos, quando em contato com algumas pessoas, tentando esconder os meus medos e desejos, eu representava uma pessoa, e quando sozinho e sem estar sendo vigiado e controlado eu era outra.

Desde minha juventude, entre os meus 14,15 e 16 anos, sentia uma forte tendência em me autoconhecer e precisava disto, sentia que teria que saber sobre alguns comportamentos ocultos e sentimentos que tomavam conta da minha mente e que deveriam ser analisados e redirecionados para que eu me tornasse uma pessoa melhor como todos achavam que eu deveria ser.

As portas começaram a se abrir quando meu pai, hoje já falecido, começou a colecionar uma enciclopédia chamada Medicina e Saúde que era distribuída semanalmente nas bancas de jornal e trazia em um dos seus cadernos assuntos sobre psiquiatria. Meu pai havia percebido que eu tinha um interesse por assuntos ligados á psique humana talvez até tentando me ajudar a conhecer e resolver alguns problemas que ele havia percebido na minha infância e adolescência.

Eu cheguei a ler várias revistas e livros, na época, que comentavam sobre como funcionava a mente humana, tudo com um objetivo único de saber o porquê dos meus medos e desejos mais ocultos. Cheguei até ler livros espirituais, após morte, querendo saber para onde iríamos depois desta vida.

Minha vida também foi marcada longamente pela presença religiosa na igreja Cristã, meus pais eram evangélicos protestantes e me lembro que desde muito pequeno tinha que frequentar a escola dominical todos os domingos pela manhã. Por isto acho que o sentimento de culpa ficou marcado por muitos anos até adulto em minha vida por não conhecer exatamente o que as Escrituras Sagradas gostariam que eu soubesse verdadeiramente e não o que passavam como verdade para mim.

Muitos anos depois, encurtando um pouco a minha história, entrei na faculdade de psicologia e me graduei após cinco anos de curso, formando-me como professor de psicologia e psicólogo clínico. Cheguei a dar aulas no 2º grau e em faculdade. E por uma oportunidade entrei em RH e permaneci na área organizacional por 35 anos ocupando várias funções, desde instrutor de treinamentos comportamentais, selecionador de pessoal e fazendo consultoria em RH.

Mas o que eu gostaria de destacar é que tive durante todo este período de trabalho como psicólogo organizacional, vários momentos depressivos e fui levado a usar antidepressivos receitados por psiquiatras e passar por consultas psicológicas por um bom tempo. Também era acompanhado por pastores e membros da igreja para a minha recuperação.

Nestes períodos depressivos que se estendiam durante semanas e que apareciam em média de três em três anos, eu ainda freqüentava a igreja Cristã e era encarregado por organizar e oferecer os livros doados a igreja da biblioteca para os membros da igreja. Nesta catalogação encontrei um livro chamado “Como vencer a Depressão” de Tim LaHaye, psicólogo, pastor, palestrante e escritor. Li várias vezes este livro e depois comprei o último exemplar reeditado no Brasil e que se tornou um livro de cabeceira durante um bom tempo.

Mas, além de toda a ajuda recebida por profissionais, pastores e livros, comecei a pesquisar na internet sobre o assunto e estudar as causas, sintomas e conseqüências. Da mesma forma como no início das minhas dúvidas quando na juventude, mas agora com um bom embasamento espiritual e científico, não só utilizo as técnicas como autoajuda, como para tratamento de pessoas que passam pelos mesmos problemas, utilizando técnicas psicológicas cientificamente comprovadas.

Meu interesse em atender pessoas com mais idade, ou idosas, começou ainda quando freqüentava a igreja Cristã e tinha muito carinho por elas. Conversava sobre os problemas da idade avançada, dos relacionamentos em família e tudo que as preocupava.

Por isto me proponho a atender pessoas que estejam com mais de 60 anos de idade porque elas têm muitas histórias ainda para contar, só precisam de ouvidos para ouvi-las, entendê-las e ajudá-las

Paulo.